The Matrix Resurrections
Matrix Resurrections é um longa-metragem de ficção científica e ação lançado em 2021 nos cinemas e simultaneamente na plataforma HBO Max. Dirigido exclusivamente por Lana Wachowski (A Viagem, 2012), o filme é o quarto título da franquia e marca o retorno da série dezoito anos após a conclusão da trilogia original.
A trama apresenta Thomas Anderson (Keanu Reeves) como um renomado desenvolvedor de jogos em San Francisco, criador de uma trilogia de sucesso chamada "The Matrix". Thomas sofre com visões que confunde com surtos psicóticos, sendo tratado por um analista (Neil Patrick Harris) que lhe prescreve pílulas azuis para manter sua estabilidade mental e sua conexão com a realidade cotidiana.
Sua percepção começa a ruir ao encontrar Tiffany (Carrie-Anne Moss), uma mulher casada que lhe desperta lembranças familiares, e ao ser abordado por Bugs (Jessica Henwick) e uma nova versão de Morpheus (Yahya Abdul-Mateen II). Neo é extraído novamente da simulação e descobre que a Matrix foi reconstruída sob uma nova lógica de controle, centrada no poder do vínculo emocional entre ele e Trinity.
A produção destaca-se por sua abordagem metalinguística, comentando abertamente sobre a própria indústria de sequências e reboots. Diferente dos filmes anteriores, Lilly Wachowski optou por não participar da direção, deixando o projeto exclusivamente a cargo de sua irmã, Lana Wachowski (A Viagem, 2012). Este foi o último título da Warner Bros. a utilizar o modelo de lançamento híbrido simultâneo nos cinemas e na plataforma HBO Max, uma estratégia que impulsionou o streaming, mas resultou em altos índices de pirataria.
Com um orçamento de 190 milhões de dólares, o longa arrecadou apenas 159,2 milhões mundialmente, sendo considerado um fracasso de bilheteria e gerando disputas judiciais entre a Village Roadshow e o estúdio. A recepção de crítica e público foi mediana, sendo a mais baixa de toda a franquia. Embora tenha dividido opiniões quanto às novas coreografias de luta, a obra foi indicada a prêmios técnicos como o BAFTA e o Critics' Choice. Apesar das controvérsias, o filme foi eleito um dos melhores da década pela IndieWire em 2025, e serve como base para o quinto filme da série, que será dirigido por Drew Goddard (Perdido em Marte, 2015).
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