Marauders
Assalto ao Poder é um filme de suspense policial e ação lançado em 2016. Dirigido por Steven C. Miller (Plano de Fuga 2, 2018), o longa-metragem utiliza a estrutura clássica dos filmes de assalto a banco para construir uma trama de conspiração política e corrupção sistêmica dentro das forças de segurança.
A trama tem início quando o Hubert National Bank é alvo de uma série de roubos cirúrgicos, realizados por um grupo de criminosos altamente treinados. O detetive do FBI Jonathan Montgomery (Christopher Meloni) é designado para o caso e logo percebe que os ladrões não buscam apenas dinheiro, mas sim evidências que incriminam o poderoso dono da instituição financeira, Jeffrey Hubert (Bruce Willis). Montgomery conta com o apoio dos agentes Stockwell (Dave Bautista) e Wells (Adrian Grenier) para desvendar o mistério.
À medida que a investigação avança, a linha entre heróis e vilões torna-se cada vez mais turva. As pistas revelam que os roubos estão conectados a uma antiga operação militar fracassada envolvendo uma unidade de elite, sugerindo que o passado sombrio de Hubert e de figuras influentes da cidade está voltando para cobrar o preço. O roteiro foca na tensão entre as diferentes agências de aplicação da lei e no dilema moral sobre o que constitui a verdadeira justiça quando o sistema está comprometido.
A produção contou com um elenco de apoio que inclui Lydia Hull (Rota de Fuga, 2013), Tyler Olson (O Forasteiro, 2014) e Danny A. Abeckaser (O Irlandês, 2019). As filmagens principais ocorreram entre setembro e outubro de 2015 na cidade de Cincinnati, em Ohio, utilizando locações reais como o icônico edifício Dixie Terminal e o Stock Yard Bank & Trust, que foi transformado no fictício Hubert National Bank para as sequências de assalto.
Assalto ao Poder enfrentou uma recepção crítica fria, com o consenso dos especialistas definindo a obra como um thriller de crime que se contenta em ser apenas competente, mas que raramente atinge esse objetivo, citando a trama clichê e a performance burocrática de Bruce Willis (Duro de Matar, 1988). O longa também foi apontado como um "filme B convencional" de ritmo lento e trama excessivamente convoluta.
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